Atrasos no cronograma, orçamentos estourados, equipe sem foco e, consequentemente, projetos inteiros comprometidos. Com frequência, esses fatores são originados por uma única razão: o “scope creep”. Você sabe como lidar com ele?
Atrasos no cronograma, orçamentos estourados, equipe sem foco e, consequentemente, projetos inteiros comprometidos. Com frequência, esses fatores são originados por uma única razão: o “scope creep”. Você sabe como lidar com ele?
O estudo feito pelo CPDEC revela ainda que a maioria dos executivos entrevistados não está totalmente satisfeita com a própria voz (66,5%). Além disso, 54,7% deles acreditam que a voz dificulta de alguma forma o entendimento de sua fala – o que, de fato, pode acontecer, dependendo dos aspectos vocais apresentados.
As emoções dizem muito sobre quem somos. Alguns de nós, mais contidos; outros, mais explosivos. No entanto, todos emocionais. Diferentemente do que se imagina, ainda que fosse possível, as emoções no ambiente corporativo não podem e nem devem ser anuladas. Se isso acontecesse, deixaríamos de ser “pessoas” e nos tornaríamos “máquinas”.
Livro sobre gerenciamento de projetos de infraestrutura e engenharia: são poucas as obras que levam em consideração a realidade brasileira. A maioria dos títulos disponíveis é estrangeira e não adaptada à realidade do país. Foi pensando nisso que os especialistas Alvaro Camargo e Júlio Schwartz criaram o “Manual de Projetos de Infraestrutura e Engenharia”: trata-seRead more
Exercite o autoconhecimento para escolher opções mais adequadas à imagem que pretende passar aos outros (desde o vestuário até as atitudes diante das pessoas de seu convívio social) e preservar, claro, a autenticidade. Conheça seu rosto, suas expressões faciais, seu corpo como um todo, para detectar pontos fortes e a aprimorar.
Todos nós estamos sujeitos a derrotas, falhas e erros grosseiros também em nossas vidas profissionais – com a vantagem, neste caso, do anonimato que nos protege de holofotes, câmeras e exposições públicas. Os erros no trabalho trazem inevitáveis consequências para a imagem de quem os comentem, independentemente da posição ocupada e do que fazem no dia a dia.
Sim, é possível!
Essa habilidade dá ao indivíduo o poder de levar, com exatidão e clareza, a mensagem desejada até a audiência. Assim, é possível ser ouvido com atenção, convencer, argumentar e contar sua história.
O desenvolvimento de uma percepção criativa, que esteja além da visão do senso comum, deve ser encarado como um novo processo de aprendizado. A ação de aprender está diretamente relacionada às habilidades associativas e criativas do indivíduo, muito mais do que a capacidade de armazenar e decorar informações. Em outras palavras, terá um aprendizado mais eficiente o profissional que refinar sua percepção e souber correlacionar as informações que recebe.
O uso de palavras estrangeiras tem se popularizado no cotidiano das pessoas. Tanto na comunicação oral quanto na escrita, é cada vez mais comum notarmos palavras de origem inglesa, francesa ou italiana.
O aumento do uso de termos estrangeiros se explica como característica natural do processo de globalização e da ampliação das relações entre as diferentes culturas no mundo contemporâneo. Mas, afinal, quando se deve usar estrangeirismos?
Profissionais que fazem várias tarefas ao mesmo tempo são bem vistos e mais valorizados. Será?
Pessoas constantemente conectadas aprenderam a fazer várias atividades simultâneas: em frente ao computador, abrem e fecham janelas de navegadores, atendem telefonemas, respondem mensagens de texto, leem trechos de notícias, limpam a caixa de entrada do e-mail, completam relatórios, fazem cálculos e ainda frequentam redes sociais ou sites esportivos – tudo ao mesmo tempo. Este perfil tem nome: são os multitasking.
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